Tropas russas invadiram leste da Ucrânia, dando início à invasão do país, o que é acompanhado com tensão pelo planeta (foto Ministério da Defesa Russo/divulgação)

O que muitos temiam no mundo teve início no começo da manhã desta quinta (24, madrugada no Brasil), na Ucrânia, com a invasão do leste do País por tropas russas e os primeiros bombardeios, que seguem ainda por esta manhã, sendo que a capital ucraniana, Kiev, registra ataques e os cidadãos tentam deixar a cidade aos milhares. Líderes internacionais condenaram o ataque, mas até o momento, não há intenções de reações, o que poderia levar a uma guerra mundial. 

O presidente da Rússia, Vladmir Putin, afirmou que quem "interferir, sofrerá as mais graves consequências", mandando um recado claro para quem se meter, sobretudo os Estados Unidos e seus aliados, que ensaiam uma possível defesa aos ucranianos. 

Pelo lado ucraniano, o presidente Volodymyr Zelensky anunciou corte de relações com Moscou, convocou reservistas de 18 a 60 anos e que "qualquer cidadão que quiser armas para defender o país, poderá procurar a Polícia sem medo de sanções", afirmou. 

A Rússia invade a Ucrânia por conta de vários motivos, entre eles o desejo da Ucrânia em fazer parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), uma aliança militar internacional fundada em 1949 e que conta com 30 países-membros, entre eles: Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Turquia; além de tentar recuperar o domínio sobre o território que já foi da União Soviética. 

Milhares de pessoas tentam deixar a capital Kiev, que já sofreu ataques no começo da manhã, por volta das 5h (horário local). Os Estados Unidos vem informando que estão acompanhando o conflito, mas até o momento, uma reação é remota. 

Reportagem: Marcelo Ribeiro 
Data: 24/02/2022 09h06 
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