Há 20 anos, Brasil perdia o médium, escritor e filantropo Chico Xavier, que se tornou o maior divulgador do espiritismo no Brasil e escreveu mais de 400 livros em sua vida (foto divulgação)

No mesmo dia em que o Brasil comemorava o pentacampeonato na Copa do Mundo da Coreia-Japão, o país também lamentava a perda de um ser humano incrível, humanitário e um dos maiores divulgadores da Doutrina Espírita no Brasil. O médium e escritor Francisco Cândido Xavier, conhecido como Chico Xavier, morria aos 92 anos no Hospital Doutor Hélio Angotti, em Uberaba, em 30 de junho de 2002, ou como ele queria, "morrer num dia em que o Brasil estivesse feliz".

Nascido em 1910, em Pedro Leopoldo, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Chico Xavier se mudou para Uberaba, no Triângulo Mineiro, em 1959, onde psicografou grande parte dos seus 459 livros. De infância pobre e sofrida, Chico sempre teve comunicação com os espíritos desencarnados, entre eles de sua mãe. Começou a ter contato com a doutrina aos 17 anos e mais tarde, em 1931, a escrever seus livros, sempre com a companhia do mentor espiritual, Emmanuel e de muitos espíritos, onde teve a primeira obra, "Parnaso de Além-Túmulo". 

As rendas de seus livros sempre foram revertidas para obras de caridade pelo país. Nos anos 70, participou do programa "Pinga-Fogo", da TV Tupi, que registrou recordes de audiência na televisão brasileira, onde a partir de então, a Doutrina Espírita teve importante crescimento no Brasil. Suas mensagens de paz e também ensinamentos marcaram muitas gerações. Seu legado ultrapassou as barreiras religiosas e hoje é reconhecido como o maior líder espiritual do Brasil e o maior difusor da Doutrina Espírita depois de Allan Kardec. 

Reportagem: Marcelo Ribeiro 
Data: 30/06/2022 15h25 
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