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Drª Sandra Regina Marçolla Weber - na VidaMed

21 janeiro 2022

Vacina não foi causa de parada cardiorrespiratória em criança no interior de São Paulo, afirma Saúde

Episódio ocorrido com criança no interior de São Paulo nada teve a ver com vacinas, afirmaram especialistas (foto divulgação)

A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo afirmou que a parada cardiorrespiratória (PCR) de uma menina de 10 anos ocorrida em Lençóis Paulistas, no interior do Estado, não tem relação com a vacina contra a covid-19. A afirmação foi feita pelo secretário Jean Gorinchteyn, durante o evento para vacinar a primeira criança brasileira com a CoronaVac após autorização da Anvisa. O Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) emitiu nota atestando que a criança tem síndrome de Wolff-Parkinson-White, condição rara que a família não sabia e que leva a crises de taquicardia, podendo causar PCRs.

O caso levou a Prefeitura local a suspender a aplicação da dose pediátrica da Pfizer por uma semana. De acordo com Gorinchteyn, a menina tem uma doença cardíaca rara que a família desconhecia. Segundo ele, dez especialistas ligados ao governo procuraram a equipe médica que atendeu a criança. "Se concluiu que não se trata de um evento adverso decorrente da vacina", disse. "Não tem qualquer relação com o imunizante ministrado". 

Segundo o Estadão, a criança teve uma parada cardiorrespiratória cerca de 12 horas após receber o imunizante da Pfizer, na terça-feira (18). Ela está internada no complexo hospitalar da Unimed de Botucatu, sobreviveu e passa bem. 

O prefeito da cidade, Anderson Prado (DEM-SP), disse que o motivo da parada não estava confirmado no momento da suspensão da vacinação no município. Segundo ele, o único outro relato de mal-estar após a aplicação foi o de uma criança que teve febre leve. "Que é uma reação esperada, inclusive entre os adultos", comentou. 

Em nota, o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) já havia apontado que foi "precipitado e irresponsável afirmar que o caso do município está associado à vacinação". "Na maioria das vezes, os casos de eventos adversos pós-vacinação são coincidentes, sem qualquer relação causal com o imunizante". 

Muitos grupos ligados à negacionistas e antivaxxes na internet, principalmente no Telegram, considerado o "esgoto da internet", espalham fake news associando à vacina a causa da parada, o que é falso. 

Reportagem: Marcelo Ribeiro 
Data: 21/01/2022 09h00
Contato da Redação: (55) 996045197 / 991914564 
E-mail: blogcadernosete@gmail.com 
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