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Vereador Bertazzo apresenta Projeto para implantar "Escola Sem Partido" em São Gabriel

Vereador Bertazzo apresentou projeto de lei para implantação do "Escola Sem Partido" na rede municipal de ensino local (foto arquivo C7)
Está em tramitação na Câmara de Vereadores de São Gabriel um projeto que já divide opiniões nas redes sociais. De autoria do vereador Antônio Pedro de Brito Bertazzo (Pepeca Bertazzo, PDT), o projeto de lei que institui o Programa "Escola Sem Partido" na rede municial de ensino. Segundo o vereador, o objetivo é evitar a "doutrinação ideológica" dos estudantes por parte de professores.



O vereador salienta que não fere as liberdades individuais, mas preservar os estudantes de doutrinação política e ideológica. "A liberdade de ensinar obviamente não confere ao professor o direito de se aproveitar do seu cargo e da audiência cativa dos alunos, para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias; nem o direito de favorecer, prejudicar ou constranger os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas; nem o direito de fazer propaganda político-partidária em sala de aula e incitar seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas; nem o direito de manipular o conteúdo da sua disciplina com o objetivo de obter a adesão dos alunos a determinada corrente política ou ideológica; nem, finalmente, o direito de dizer aos filhos dos outros o que é a verdade em matéria de religião ou moral", justifica o parlamentar.

Bertazzo diz que "entendemos que a melhor forma de combater o abuso da liberdade de ensinar é informar os estudantes sobre o direito que eles têm de não ser doutrinados por seus professores, a fim de que eles mesmos possam exercer a defesa desse direito, já que, dentro das salas de aula, ninguém mais poderá fazer isso por eles", justifica.

"É fato notório que professores e autores de livros didáticos vêm-se utilizando de suas aulas e de suas obras para tentar obter a adesão dos estudantes a determinadas correntes políticas e ideológicas; e para fazer com que eles adotem padrões de julgamento e de conduta moral – especialmente moral sexual – incompatíveis com os que lhes são ensinados por seus pais ou responsáveis", finaliza. O projeto está em tramitação na casa para votação em breve, mas já rende opiniões nas redes sociais. 

Reportagem: Marcelo Ribeiro 
Data: 17/10/2018 08h34
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