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Opinião do leitor: Vinte dias para mudar o Brasil

Tarso Francisco Pires Teixeira
Presidente do Sindicato Rural de São Gabriel e vice-presidente da Farsul

Está definido. Dia 28 de outubro teremos um novo encontro com as urnas, desta vez somente para escolher o Presidente da República e o Governador do Estado. Em política, segundo turno é praticamente uma nova eleição, com tempos iguais de espaço no horário eleitoral. Se o primeiro turno é uma campanha mais de militância, de corpo-a-corpo, a campanha de segundo turno é mais de construção de alianças, visando a formação do futuro governo. Mas os resultados deste sete de outubro permitem algumas análises, ainda que seja quase uma aventura fazer qualquer comentário sobre uma eleição tão atípica quanta esta.



Atípica, deixo bem claro, porque esta foi a primeira eleição em décadas, em que uma candidatura verdadeiramente conservadora se apresentou ao eleitorado, e não somente isso, como também conseguiu alcançar a liderança do primeiro turno, quase liquidando a fatura sem a necessidade de um segundo. Isso não é pouco, se levarmos em conta que até bem pouco tempo, as eleições presidenciais anteriores sempre eram disputas entre diferentes tonalidades de esquerda. As campanhas passadas tinham sempre “50 tons de Lenin”, parafraseando uma frase do esquerdista Boulos – cuja péssima votação, aliás, foi a pior da história do seu partido, que já teve 4 candidatos à presidência, o que também demonstra a falência eleitoral da esquerda.

O segundo poste de Lula chega ao primeiro turno com a pior votação presidencial da história do PT desde 2002, e com pouquíssima margem de atração de votos.  Bolsonaro fez-se vitioroso no primeiro turno contra o poderio econômico do governo central, da agenda globalista mundial, da TV Globo e seu casting de atores, da indústria de fake news nas redes anti-sociais, e tendo contra si um longo tempo de internação hospitalar, escapando do atentado que quase lhe tirou a vida.  Se no passado, Lula era capaz de atrair potentados como José Alencar e partidos de centro como PMDB, PR e PP, nesta eleição sobrou a Haddad somente o PCdoB e um tal de Pros.  Marina e Ciro, preteridos e magoados, não tem motivos para fazer força pelo PT, e mesmo que o fizessem, não é matemático afirmar que todos seus eleitores acompanhariam esta decisão.

Bolsonaro foi impulsionado por pessoas cansadas da velha política, da corrupção desenfreada e do modelo de falsa disputa entre os mesmos de sempre, e seu nome impulsionou a eleição de nomes como Luiz Carlos Heinze para o senado (contra a projeção de todos os institutos de pesquisa), e elegeu desconhecidos, fazendo do novato PSL uma nova força política. Os apoios e adesões de última hora, diante deste cenário, não contarão muito, porque a força do povo, do Brasil que trabalha, já mostrou de que lado está.

Nunca tivemos uma oportunidade tão clara, nos últimos anos, de sepultar as pretensões eleitorais da ultra-esquerda e seu projeto cleptomaníaco de poder. 

Temos vinte dias para isto.
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