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As mazelas que a comunidade passa para emitir o documento de identidade

Pessoas como José Eduardo Trindade, 60 anos, vem passar a noite esperando a abertura do Posto de Identificação no dia seguinte, para tirar a carteira de identidade. No caso dele, veio guardar lugar para mãe. Conversamos com ele por volta das 0h30 de quarta, mas ele já estava desde as 20 horas de terça no local
Relatada pelos nossos leitores há dias, o Posto de Identificação, órgão ligado ao Governo do Estado, vem gerando transtornos aos gabrielenses para a emissão do documento de identidade, também chamado de RG. Pessoas estão tendo que madrugar e por vezes, dormir na fila para conseguir uma das quinze fichas que estão sendo disponibilizadas para emitir o documento, no Posto situado no antigo Fórum, na Rua João Manoel. A reportagem conversou com um deles, José Eduardo Trindade, 60 anos, que estava "de campana" desde às 20 horas de terça-feira, 30 de janeiro, aguardando para conseguir uma ficha para emitir uma nova identidade para sua mãe, de 90 anos.



Trindade relatou que precisou vir cedo por que de outras vezes, as fichas terminaram cedo e todos estão fazendo este procedimento. "Não entendo, uma coisa que deveria ser facilitada, está mais difícil de conseguir. Viemos para cá para poder esperar e guardar um lugar para mais tarde trazer minha mãe, que precisa de um documento novo por exigência do banco", afirmou. Ele estava com um familiar e mais outro chegaria durante a madrugada, para revezar e guardar lugar na fila. E não há prioridade de idade, é por ordem de chegada.

A operação causou estranheza na comunidade, visto que foram relatados que o encaminhamento na cidade vizinha de Rosário do Sul é feito normalmente, sem precisar tirar fichas, assim como em outras cidades, que utilizam agendamento. O posto funciona das 8 às 13 horas e mesmo assim, com um funcionário, bem menos do que em São Gabriel e atende na hora.

Estivemos no local na manhã desta quarta-feira, onde conversamos com uma das colaboradoras, mas a responsável não se encontrava por estar no médico. Mas segundo informações, há deficiência de pessoal e equipamentos. Quem precisa do documento, tem que se deslocar a Rosário do Sul. É uma situação que complica ainda mais o já deficitário serviço público do Estado. Vamos seguir na busca de o porque este procedimento segue assim. 

Reportagem: Marcelo Ribeiro 
Data: 31/01/2018 22h18
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