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02 setembro 2013

Caio Rocha apoia greve do magistério

“Eu estou vereador. Eu sou professor”. Com essa afirmação, o líder do Partido Progressista (PP) na Câmara de Vereadores, Caio Flávio Lopes Rocha (foto), se manifestou favorável a greve do magistério gaúcho. Professor de Educação Física, o vereador argumenta que o governo do PT é despreparado para dirimir os conflitos do Estado. “Ao invés de dialogar, o governo cria mais impasses com discursos ameaçadores”, disse. “O governo tem R$ 10 bilhões para conceder de isenção de impostos a grandes empresas, R$ 7 bilhões para pagar auxílio-moradia a juízes, e dinheiro para aumentar em 120% o salário dos CCs. Mas não pode suportar o pagamento dos professores? É uma questão de prioridades e o governador está de costas para a educação”, criticou Caio Rocha.


Neste dia 2 de setembro, o governador Tarso Genro completa 976 dias sem pagar o Piso Nacional do Magistério, descumprindo uma Lei Federal. Outro ponto da greve é a luta contra a reforma do Ensino Médio promovida pelo governo do PT. “Esse modelo, na nossa visão, tem a intenção de formar mão-de-obra barata para o empresariado gaúcho”, comentou Caio.

Esta é a segunda greve que o CPERS realiza durante o mandato do governador Tarso Genro (PT). A primeira, em novembro de 2011, durou 15 dias. O sindicato reivindica o pagamento do piso nacional do magistério – R$ 1.567,00 para uma jornada de 40 horas semanais.

Para Caio Rocha, o governador Tarso Genro relega o seu passado e faz uma verdadeira pressão para que os professores não se utilizem do direito constitucional de paralisar as atividades. “O próprio secretário estadual de Educação do governo Tarso Genro participou, inclusive, como líder do movimento grevista no final da década de 1980. Hoje ele ameaça os professores com o corte do ponto”, disse.

O vereador do PP apresentou Moção de Apoio aos professores grevistas durante a sessão de segunda-feira (2), na Câmara de Vereadores.

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