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27 junho 2013

Sentiu o cutuco?

Juarez Trindade
Colunista do blog

NÚMEROS E EXPLICAÇÕES
1. Os números muitas vezes se prestam para desmistificar posições e atitudes. O RREO (Relatório Resumido da Execução Orçamentária) do período jan-abr de 2013, da Prefeitura de São Gabriel, mostra que as receitas do município bateram quase em R$ 30 milhões, resultando, inclusive, num superávit orçamentário de quase R$ 9 milhões no período!


2. Forçoso reconhecer, com isso, que o ex-Prefeito Rossano Gonçalves – que previu esses números de forma muito aproximada - pode ter razão quando aludia que a moratória decretada pelo atual prefeito, Roque Montagner, além de desnecessária, economicamente falando, trazia somente um fustigamento político a sua figura pública. Dados no site da Prefeitura. Então?

3. Leio no blog do Marcio Vaqueiro que a Presidente da Câmara, vereadora Sandra Xarão, fará uma prestação de contas nesta quinta, relativamente ao seu comando da Casa do Povo, especialmente as queixas de seus pares quanto a questões que envolvem gastos e pessoal. Alguns movimentos pedem a saída da vereadora ou a sua renúncia à Presidência o que, salvo comprovada e indesmentível falta grave, é um evidente exagero. Há de se ter muita calma, não se tira “asi no mas” um titular de Poder, muito menos de uma casa parlamentar.

4. Mas nessa mesma leitura há uma cópia do discurso ufanista de prestação de contas feito pelo líder do governo, vereador Cilon Lisoski, no final de maio, acerca do Poder Executivo. O que causou estranheza é não haver sido mencionado, nem cheirado nem apalpado, muito menos referido, o imbróglio sobre a caríssima desapropriação da Chácara Juca Tigre em favor do Índio Sepé,  bem assim nem uma palavra sobre a intempestiva moratória (que comento acima). Lê-se, na verdade, 90% de promessas e 10% de realizações. Guardei para cobrar, junto com as demais promessas, quando os orçamentos de 2014 vierem.

5. Aliás, esse assunto do monumento ao Sepé clama por um referendo popular. Por que não aproveitam a desnecessária consulta sobre a água para perguntar se a população quer essa obra aqui? Já que estão sempre se jactando que “não governam e nem privilegiam grupos” , por que não ouvir o povo???

6. Quase nada a dizer sobre as manifestações que sacudiram o Brasil nesses últimos tempos. Só resta aplaudir as manifestações ordeiras e condenar o vandalismo oportunista de alguns. Ainda bem que as pessoas acordaram para a realidade do funcionamento do país e espera-se que passem a ver as questões políticas com inseridas no dia-a-dia de todos, e não como coisas “chatas” e irrelevantes. Quanto maior o conhecimento menor a possibilidade de erro nas escolhas. Isso vale em qualquer campo de atividade humana.

7. Por fim, que venha a reforma política, mas sem constituinte para esse fim. É uma temeridade expor, por exemplo, as atuais cláusulas pétreas a lobbies inconfessáveis. Via legislação ordinária é suficiente. Plebiscito? Pra que? Teria de ser demasiadamente explícito para conter todos os quesitos realmente importantes, como regime de governo, voto, financiamento, direitos, deveres, propaganda, quociente, proporcionalidade, coligações, partidos, etc. Confusão na certa.

8. O que eu quero? Vamos lá: financiamento público de campanhas com extinção do fundo partidário; coincidência vertical de eleições, exceto Presidência da República, essa com 5 anos de mandato sem reeleição; voto distrital misto; sistema parlamentarista; coligações somente para chapas majoritárias, não nas proporcionais; ficha limpa ; candidatos no mínimo com o ensino fundamental completo. Todos esses tópicos são facilmente explicáveis e decorrem da observação atenta do quadro político por anos a fio, inclusive participando de campanhas na parte organizacional. Sentiram o cutuco?

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