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06 junho 2013

Sentiu o cutuco?

Juarez Trindade
Colunista do blog

A TERRA DAS LOROTAS
1. E a história do referendo sobre a questão da água gabrielense volta à pauta do dia. E mais uma vez é de se repetir: o prefeito eleito prometeu, em campanha, que rescindiria o contrato feito por seu antecessor e retomaria a água pública. Não há porque consultar a população, certo?  Afinal, Roque foi eleito juntamente com seu Programa de Governo e, nessa parte, não há nenhuma dúvida sobre esse item.

2. Mas ele encasquetou que quer ouvir a população! Mais uma vez, pra quê? Pra respaldar alguma decisão amarga que tenha de tomar como, por exemplo, gastar os tubos para rescindir esse contrato? Indenizar a companhia? Mas e qualquer vai ser o motivo formal, uma vez que os laudos conhecidos dão como apropriada ao consumo humano a água fornecida pela empresa São Gabriel Saneamento?

3. O alcaide vai, quem sabe, atacar pelo lado formal, auxiliado por Baltazar “Balbuquerque” Teixeira, o amarelo, hora considerando a defenestração da empresa uma questão “de honra”? Constaria que alguns ritos formais não teriam sido cumpridos pelo ex-Prefeito na contratação da empresa concessionária, o que motivaria a denúncia do contrato.

4.Ora, e o que o referendo teria a ver com isso? Se foi ilegal, o Judiciário que diga, ora! Ou, mesmo sendo ilegal, se o povo decidir que fica a empresa, ela fica? Mas que papo é esse? Desde quando uma consulta popular retira ilegalidade formal de algum processo público? Isso é tertúlia flácida para dormitar bovino! Contem outra, pois essa NÃO COLA!!

5. Por falar em Balbuquerque, o mesmo resolveu sair da tática “submarino” (imerso e só de vez em quando espia), na qual Rossano está faz tempo. O amarelo-mor lidera o seu quadrado do PSB e agora se movimenta mais um pouco, resguardado pela promessa de que seus fiéis amarelos empregados na Prefeitura – os que o PT ainda não conseguiu cooptar – não seriam vítimas de retaliação por eventual apoio a ele nas proporcionais de 2014. Mas o Chefe Beto, do PSB, tem pressa em definir a situação. Então, veremos os próximos passos.

6. Recordando: no caso da desapropriação da Juca Tigre e seu altíssimo custo, para construir um monumento ao índio Sepé, nem se cogitou de perguntar ao povo o que ele achava disso! E o prefeito ainda teve o desplante de dizer que era promessa de campanha, quando nem de refilão isso constava no seu projeto de governo!

7.Falta coragem a essa gente pra perguntar à sua comunidade sobre esse gasto pantagruélico (mais de 7 milhões, só a área!), pois sabem que não teriam respaldo popular. Então fazem por sua conta, desprezando a opinião da sua gente, e os demais aspectos legais e formais que deveriam cercar esse tipo de empreendimento, por todos os lados desaconselhável, que só encontra guarida na ideologia dominante nas mentes dos atuais ocupantes do paço municipal.

8. E pensar que uma dinheirama sem tamanho vai ser posta nessa silvícola empreitada, quando temos seríssimos problemas em muitas áreas, começando pelo emprego... 

9. Mas se tem uma coisa que eu não consigo entender, junto às pessoas da minha terra,  é a forma de pensar o governo. Medo. Muito medo. Por que? O que eles podem fazer com você, cidadão? Nada, absolutamente nada! Ele são transitórios, estão aí por delegação! Amanhã estarão fora, voltarão à planície (e não são burros para fazerem algo que se arrependam depois, pois ficarão por aí). Ademais, só podem fazer, no exercício dos seus cargos, aquilo que a lei os autoriza a fazer!

10. Está na hora de pararem de fuxicos pelas esquinas e falarem alto e em bom tom. Governantes que não ouvem acham que está tudo bem. Não, não é no sentido de desestabilizar ou hostilizar. É no sentido de mostrar o que está errado, apontar as deficiências, buscar as correções. Não tem essa de “deixem o cara trabalhar” – que é a desculpa-padrão! Ninguém impede outro de trabalhar quando aponta o que está errado ou o que quer ver feito. O que se quer é o melhor trabalho. E os brucutus não mordem. Sentiram o cutuco?

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