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04 junho 2013

28º Seminário Cooplantio: segundo dia de palestras com destaque às mulheres

Pela primeira vez, as mulheres estão na programação principal, e relataram suas experiências profissionais no agronegócio, com mediação de Tânia Carvalho e Lisiane Forsin
Durante o painel “Evolução nos custos de produção: soja, milho, trigo e arroz”, o público presente ao 28º Seminário Cooplantio teve a oportunidade de ouvir as considerações do economista e superintendente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Tarcisio Minetto, e do engenheiro agrônomo Paulo Rigatto, mestre em Economia Rural e doutor em Administração. O debate abriu a programação do segundo dia de evento em Gramado, na Serra gaúcha. Minetto discutiu a evolução dos custos de insumos em Reais, em grãos e em Dólar, e apontou os gargalos das lavouras do Sul do Brasil: infraestrutura logística, condições da malha rodoviária, ferroviária e hidroviária, custo do frete, custo e qualidade de energia, carência de mão de obra qualificada no campo, perdas em todo o processo produtivo, insegurança no campo, alto custo do prêmio do seguro agrícola, valores de taxas e tributos (burocracia), marco legal para o setor (classificação, novo código florestal, defesa sanitária e vegetal), dimensionamento racional de máquinas e equipamentos e otimização do uso (aquisição x pagamento de serviços), precariedade na gestão, inovação e tecnologia, riscos (quebra de contratos), entre outros.


Para o êxito da lavoura, destacou o planejamento estratégico como ponto crucial. “O produtor deve sempre fazer um bom planejamento pré-plantio da safra e um balanço final do ciclo da colheita”, indicou. Buscar parcerias prévias para garantir fluxo no negócio, fazer compras associadas e filtrar informações confiáveis de tendências de mercado foram outras considerações importantes feitas pelo economista. “É o agronegócio que sustenta a balança comercial brasileira.”

Rigatto falou sobre aplicativos gerenciais via web que estão sendo desenvolvidos e afirmou que são as mulheres, esposas e filhas de produtores, que mais têm utilizado a implantação desses softwares. “É uma tendência e uma ocupação de espaço. A mulher é muito mais dedicada a isso”, opinou. O engenheiro agrônomo disse ainda que as mulheres estão tomando conta da mecanização das lavouras e participando do processo de produção agrícola com um nível de cuidado que impressiona.

Movimentação foi grande desde as primeiras horas no local do evento
Falando em mulheres, elas foram o tema da mesa redonda seguinte, “A Mulher na Agricultura Atual e o Futuro”, intermediado pela jornalista Tânia Carvalho, trouxe a engenheira agrônoma e produtora rural da Sementes Falcão, de Passo Fundo (RS), Fernanda Falcão; a produtora rural da Agropecuária Pontal, de Santa Vitória do Palmar (RS), Helena Schmidt; e a engenheira agrônoma e produtora rural da Fazenda Ereporã, de Erechim (RS), Renata Arioli. Elas relataram suas experiências vitoriosas de que a mulher está tendo no agronegócio gaúcho, com persistência, determinação e superação de medos. A técnica da Cooplantio São Gabriel, Lisiane Stefenon Forsin, participou da mediação do debate.

Os produtores associados também destacaram o proveito obtido com a participação no Seminário. Ricardo Teixeira Gonçalves, que está no segundo ano que vem ao evento, frisa a importância para que os produtores possam se atualizar. "Os debates sobre os custos de produção na soja e arroz foram bastante interessantes, onde vemos o progresso e as alternativas que a agricultura pode oferecer para dinamizar a produção e obter melhores resultados", destaca.

O margaridense Ari Pedrotti, tradicional empresário agrícola daquela cidade, também chama a atenção para que mais agricultores possam participar das próximas edições do Seminário. "O que vimos aqui nos traz mais informação e conhecimento, além da interação com os demais agricultores que encontramos, sobre produção", sintetizou. 

À tarde, as discussões se voltam para a “Nutrição de Plantas e Manejo de Solos” e “Inovações no Manejo de Pragas, Doenças e Plantas Daninhas”. O 28º Seminário Cooplantio prossegue até quarta-feira, 5 de junho, no Centro de Eventos do Hotel Serrano, em Gramado, na Serra gaúcha. Mais informações e transmissão ao vivo pelo site www.seminario.cooplantio.com.br.

A programação entra para o último dia nesta quarta-feira, com as seguintes palestras:

05/06 - Quarta-feira
8h30 - Inovação na gestão das empresas rurais familiares: família, patrimônio e negócio - Cilóter Iribarren
9h20 - Inovação, visão e futuro no agronegócio - Dirceu Gassen
10h10 - A vida que vale a pena ser vivida - Clóvis de Barros Filho

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