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10 abril 2013

Sentiram o cutuco?

Juarez Trindade
Colunista do blog

ECOS DA CAMINHADA CONTRA A DESAPROPRIAÇÃO
1. Poderia falar e louvar as pessoas que compareceram na Caminhada Contra a Desapropriação da Juca Tigre, no último sábado, 6 abril, num lindo exercício democrático! MAS NÃO. Sou obrigado a referir os torpes e covardes comentários daqueles que, além de deslocar um evento público para coincidir com a caminhada, ainda se prestaram a ameaças explícitas, tipo “...vou comparecer com a minha turma pra ajudar”, bem assim, de forma vil, promoveram insinuações maldosas de que haveria “cachê” para quem participasse, usando a sua própria régua e seus procedimentos para tentar medir os cidadãos que nela se manifestaram.


2.  Poderia falar na qualificada presença nesse evento. MAS NÃO. Sou obrigado a referir comentários boçais sobre a pouca presença física, como se fosse definitivo o fracasso do movimento! Ora, façam uma caminhada pela Paz e não movimentarão mais de 500 pessoas, 1000 talvez, se tiver alguma atração ou show. Isso significa que a maioria não quer a paz? Só na cabeça de mentecaptos ou gente desesperada sem argumentos. Ademais, se considerarmos a democracia representativa que nos rege, além das mais de 2000 assinaturas contra a desapropriação, teríamos exatos 7.343 votos contidos nas presenças dos 7 vereadores que participaram! Isso é pouco?

3. Poderia falar, e VOU, sobre o verdadeiro Campeonato de Pobreza Verbal, Intelectual e Gramatical, patrocinado pelos bacharelosos Irmãos Brucutus, que continuam espraiando ignorância, desrespeito, maus bofes e recalque, muito recalque, em suas manifestações públicas, de forma intimidatória, arrogante, rançosa e desqualificada.  Deviam ter aproveitado a profe Clair – justamente medalhada -  e ter feito um cursinho intensivo, especialmente um deles, cujas postagens envergonham a cadeira onde já sentaram Renato Figueira, Solano e outros, que primam pelo bem escrever. O conteúdo? Que conteúdo?

4. Lembrei-me de uma passagem de Luiz Carlos Prestes, no Parlamento Brasileiro, nos anos 40, quando perguntado pra que lado torceria , numa guerra entre Brasil e Rússia. Prestes disse que ficaria “do nosso lado”. Mas qual, insistiu o interlocutor? Bem ficaria do lado da Rússia, pois certamente ela teria razão numa guerra contra o Brasil! E é assim que essa gente pensa! O “nosso lado” é o lado  da verdade, do “povo” e os demais são todos contra por reacionários, da elite, por arigós, etc.

5. Poderia falar E VOU, sobre a ausência, sentida mas também entendida, de Rossano, Balbo e Inocêncio, juntamente com seus vices, nessa caminhada. Cada um teve as suas razões pessoais e políticas para não se fazerem presentes. Penso, entretanto, que perderam uma boa oportunidade de manifestar pública e fisicamente seu desagrado com a desapropriação, o que já fizeram aqui no facebook e em outros meios de comunicação.

6. A falta de argumentação produz sempre barbaridades! Essa de dizer que “quem está contra ou criticando a administração municipal é porque perdeu a boquinha” é de uma pobreza intelectual de lascar! Nem vou comentar. Mas vou repetir: 100 dias é pouco para um governo resolver tudo (mas os do PT, quando na oposição, não pensavam assim, certo?). Entretanto se pode visualizar um rumo, um caminho para a cidade. Por enquanto, só o grande, caro, desnecessário, inoportuno , NUNCA discutido na campanha e ainda inquantificado (R$) para os cofres públicos, complexo do índio Sepé. E é uma falácia dizer que isso tem apoio popular, numa terra com tantos e tantos problemas, bem mais urgentes, a serem resolvidos. Por que não fazem uma consulta popular?

7. Ao fim, só vou dizer mais uma coisa: tivessem desapropriado a terra para construir um complexo hospitalar, um colégio modelo, uma empresa geradora de empregos compatível com o gasto, ah, a conversa seria outra. Mas enterrar uma grana preta do povo para essa Disneylândia das Esquerdas, dizendo que isso vai gerar emprego e renda ou ocupação hoteleira? As comemorações de anos anteriores, com índios vindos de vários locais, pesquisem, o que movimentaram a economia local? Sentiram o cutuco?

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