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16 abril 2013

Crise no Hospital de Rosário: protesto e tensão na busca de solução para o impasse


Mais de 300 manifestantes - formados por funcionários do hospital - foram até a Prefeitura pedir a sensibilidade do Prefeito Antonello, na questão que é delicada na região
Rosário do Sul - A novela envolvendo a situação do Hospital de Caridade Nossa Senhora Auxiliadora, de Rosário, ganhou mais um capítulo nesta terça-feira (16), com a realização de um protesto por parte dos funcionários da instituição de saúde, com a participação do Sindisaúde local e de São Gabriel, mais representantes da Federação dos Servidores da Saúde (FESSERS), além de uma manifestação do movimento chamado "Primavera Rosariense". O clima ficou tenso no encontro do Prefeito Luiz Antonello com os manifestantes, em frente à sede do Governo Municipal, na Praça Borges de Medeiros. Eles pedem a normalização dos repasses para o Hospital, que era de R$ 261 mil e foi reduzida para R$ 100 mil por conta das dificuldades financeiras.


Caminhada percorreu Voluntários da Pátria, saindo do Hospital...

...até chegar na Praça Borges de Medeiros, em frente à Prefeitura rosariense
No começo da manhã, os dirigentes da Federação, liderados pelo Presidente Milton Kempfer, conversaram com Antonello, que explanou a situação, de que a redução ocorre pela difícil situação financeira que passa o município, mas que não deixará de procurar uma solução - um projeto foi enviado à Câmara de Vereadores para que seja autorizado um repasse por seis meses, até que o hospital possa resolver a sua situação, que é difícil também.

"A Federação apoia a causa do hospital. Mesmo tendo recursos da contratualização, o convênio é necessário. Sabemos que o hospital também passa por problemas financeiros, como não-recolhimento de FGTS, INSS e débitos com a Corsan e AES Sul, e também pedimos que a Prefeitura então, acompanhe a gestão da instituição de saúde", frisou o dirigente.

Antonello (de branco) foi conversar com os funcionários, mas encontro foi tenso, com reclamações e acusações

Discussão entre sindicalistas e populares quase acabou em briga na frente da Prefeitura
Uma caminhada com cerca de 300 pessoas - composta por funcionários e equipe técnica do Hospital - saindo do HCNSA, percorreu a Rua Voluntários da Pátria, até o contorno da Praça e chegou em frente à Prefeitura, onde pediu a presença do Prefeito Antonello. Ele se encontrou com os manifestantes e explicou a situação. "Temos dívidas de R$ 13 milhões que inviabilizam o pagamento do convênio como estava, além da própria situação do hospital", explicou. A tensão começou quando funcionários do hospital questionaram o Prefeito de forma mais forte, juntamente com o Provedor Paulo Fernandes.

Um princípio de discussão entre sindicalistas, vereadores - que foram tentar acalmar os ânimos - ocorreu, tornando mais tenso o ambiente. A situação foi contornada após conversa do Presidente do Legislativo, Adriano Dornelles (Democratas), que garantiu a votação do projeto na próxima semana. No Gabinete do Prefeito, Antonello e Dornelles acertaram para resolver esta questão primeiramente, para que possa sanar os problemas o quanto antes. O presidente da OAB Subseção de Rosário do Sul, Aristides de Pietro Neto, pediu sensibilidade ao Prefeito no caso. "Apenas queremos uma solução pacífica, a comunidade não pode pagar por isso", frisou.

No Gabinete, Dornelles e Antonello acertaram para que projeto que garante repasse por seis meses seja votado pela Câmara na próxima semana. Aristides, da OAB, pediu sensibilidade do Executivo na questão, que reveja o que foi decidido
Antonello disse que há muitas coisas que fogem à alçada da Administração. "O Hospital tem dívidas e problemas que vão estourar a qualquer momento, precisamos apenas manter a saúde básica. Recurso tem no Estado, vamos manter o PA que é nossa responsabilidade. Não podemos investir mais por conta que temos que resolver nossas dívidas", frisou. O movimento Primavera Rosariense participou logo após do ato - a ideia era de fazer juntamente com o Sindisaúde, o que não aconteceu.

Segundo o Diário de Santa Maria, no PA, são 10 médicos, uma enfermeira e dois assistentes de enfermagem mantidos pelo Executivo, que investe R$ 100 mil mensais no pagamento dos profissionais. O Executivo repassava, mensalmente, R$ 237 mil à instituição. O hospital conta com 101 leitos, sendo oito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os médicos ameaçam paralisar as atividades a partir do dia 22 de abril.

O projeto de uma suplementação por seis meses está na Câmara de Vereadores rosariense, e deverá ser votado imediatamente na segunda-feira. A briga, segundo fontes, vai além da questão dos repasses - com forte suspeita de questão política. É a queda-de-braço que deixa a região apreensiva.


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