Lucas Fagundes
Colunista do blog
Já pensou se nós tivéssemos de escolher a profissão que vamos seguir pro resto da vida aos 16, 17 anos? Vixe, mas é exatamente isso que acontece no Brasil, né? Uma responsabilidade que cai no nosso colo muito cedo e a gente que se vire para decidir.
Ouvimos conselhos dos pais, amigos e até fazemos testes vocacionais que só serve para nos confundir ainda mais. No fim das contas, nós é que decidimos. E aí, não há mais tempo, que profissão escolher? O que você quer ser para o resto da vida? Levamos até as últimas aquela profissão da infância - veterinário, bombeiro, ou piloto de avião - que geralmente se desmancha pelo caminho. A realidade é outra, dizem os professores e familiares.
“Você tem que escolher uma profissão que dê dinheiro”, “Filosofia? O que você vai ser? Professor? Pelo amor de Deus, você vai morrer de fome”, frases que ouvimos muito. E pelo que sempre dizem, o tempo dos nossos pais era ainda pior. Eles só tinham três opções: advogado, engenheiro e médico. O resto era, literalmente, considerado resto pela sociedade da época.
Hoje as profissões em evidência são outras, mas esta mentalidade não mudou muita coisa. Experimente falar para seus familiares, em pleno terceiro ano, que você quer cursar música. Prepare os ouvidos, a gritaria vai ser grande.
O negócio é escolher o que você realmente ama, eu por enquanto não sei o que quero, mas enfim... Quando eu decidir eu faço.













1 comentários via Blogger
Gostei da matéria =) fala muitas verdades...
ResponderExcluire reforço o que tu dissestes: faça o que ama e não o que os outros querem ou o que dê mais dinheiro, só assim será feliz.