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Drª Sandra Regina Marçolla Weber - na VidaMed

04 outubro 2021

Casos de mortandade de abelhas aumentaram em São Gabriel

Casos de mortandade de abelhas possivelmente causados por inseticida em lavouras, podem gerar prejuízos milionários e a morte de mais de 10 milhões de abelhas em São Gabriel (foto Aldo Machado dos Santos/divulgação)

Os casos de mortandade de abelhas vem aumentando na região, principalmente em São Gabriel, o que tira a tranquilidade de apicultores e causa prejuízos à natureza. A principal suspeita está no inseticida fipronil, que estaria sendo usado em lavouras. Em São Gabriel, 120 colmeias já foram perdidas, em uma perda que pode chegar a 10 milhões de abelhas mortas, informou Aldo Machado dos Santos. O caso virou notícia nacional e gera preocupações principalmente pelo papel das abelhas na natureza.

Os casos foram registrados na região em São Gabriel e Rosário, além de mais oito municípios. De acordo com Aldo, que também é coordenador da Câmara de Apicultura do Estado e da Cooperativa Apícola do Pampa Gaúcho (Cooapampa), o pico tinha sido em 2019, com 6 mil caixas perdidas. No município, ele foi o apicultor com o maior prejuízo, com perda de 68 colmeias em 112 caixas, o que pode chegar a 10 milhões de abelhas mortas.

"Cada colmeia morta representa um prejuízo para o apicultor de aproximadamente R$ 1 mil. Nós deixamos de produzir, perdemos os enxames e as caixas. Levamos, no mínimo, dois ou três anos para recuperar os apiários, ou seja, ficamos sem fonte de renda nesse período", afirmou ele, que ainda pontua que isso ocorre porque no começo da preparação de lavouras, alguns produtores usam de forma incorreta o inseticida fipronil. 

"Como é época do de primavera, os produtos são aplicados sobre as flores. As abelhas são contaminadas nas flores e vão para as colmeias, matando o restante dos insetos", lamentou. Segundo a Secretaria da Agricultura do Estado, entre janeiro e abril de 2021, 77% das amostras de colmeias com mortandade de abelhas no Estado apontaram a presença de fipronil. 

Os apicultores estão cobrando também o Estado para que retome as análises, suspensas desde julho por falta de recursos e que pode atrasar ainda mais o diagnóstico e impedir medidas urgentes. 

Reportagem: Marcelo Ribeiro, com informações de GZH e Diário de Santa Maria
Data: 04/10/2021 08h47
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