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07 dezembro 2020

Nesta terça-feira, 40 anos sem John Lennon

Em 8 de dezembro de 1980, John Lennon era assassinado por fanático em Nova York, quando retornava de gravações com a esposa, Yoko Ono (foto divulgação)

Em 8 de dezembro de 1980, uma das vozes mais conhecidas era silenciada por um assassino. Há 40 anos, o ex-Beatle John Lennon era morto ao chegar em sua residência em Nova York, por volta das 23h daquele dia, após gravações em estúdio. Além de ter fundado uma das melhores bandas de sucesso na história da música, Lennon deixou um legado para a música mundial. Nesta terça-feira, se completam quatro décadas da morte do músico inglês que fez história.

Lennon, junto com Ringo Starr, Paul McCartney e George Harrison, fundou os Beatles em 1960, onde durante cerca de 10 anos, foram um dos maiores êxitos da música mundial e projetando o rock inglês para o mundo todo. Se destacam "Love Me Do", "Twist and Shout", "Help!", "All You Need Is Love", "A Hard Day's Night", "Yesterday", "Yellow Submarine", "Let it Be", entre tantos outros. 

Após o fim da banda, ele começou uma carreira solo marcante e o casamento com a artista plástica japonesa Yoko Ono - apontada por muitos fãs como o pivô para o fim do grupo - em uma nova fase de ativismo pacifista e musical, consagrando sucessos como "Woman", "(Just Like) Starting Over", "Imagine", "Give Peace a Chance" e "Happy Xmas (War Is Over)", entre outros. 

No dia de sua morte, por volta das 17 horas, Lennon estava saindo para uma sessão de gravação no Record Plant Studios, em Nova York, junto com sua esposa Yoko e tinha autografado uma cópia do álbum Double Fantasy para Mark David Chapman. Por volta das 23h, quando eles retornavam para seu apartamento no edifício Dakota, em frente ao Central Park, ele foi atingido por Chapman com quatro tiros. Não houve o que fazer, pois ele perdeu muito sangue e acabou morrendo. 

A morte causou comoção mundial, onde até hoje, muitos que vão até a cidade norte-americana vão visitar o local em que o cantor foi morto. Chapman está em prisão perpétua e alegou ter raiva dele porque quando dos Beatles, "se diziam mais populares que Jesus" e que "vozes diziam para matá-lo". Até hoje, tem quem acredite que John Lennon não esteja morto, mas sua música o mantém vivo até hoje. E sem dúvida, deu sua grande colaboração para a música mundial. 

Reportagem: Marcelo Ribeiro 
Data: 07/12/2020 10h11
Contato da Redação: (55) 996045197 / 991914564 
E-mail: blogcadernosete@gmail.com 
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