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Morte do ator gabrielense Lutero Luiz completa três décadas em 2020

Em 2020, se completam três décadas da morte de Lutero Luiz, ator gabrielense que fez sucesso na Globo, de 60 a 80 (foto divulgação)
Com as atenções voltadas para a situação que o Mundo vivencia, passou em brancas nuvens uma data importante, uma lembrança que completa três décadas de ausência em 2020. Em 20 de fevereiro de 1990, o ator gabrielense Lutero Luiz morria aos 59 anos no Rio de Janeiro. Nascido em São Gabriel em 5 de janeiro de 1931, Lutero ficou bastante conhecido em várias novelas e filmes, tendo sua carreira interrompida por um câncer.



As informações que existem sobre o ator são todas na internet, e mesmo assim, não muito detalhadas mas conseguimos ir pesquisando mais da carreira do gabrielense ilustre. Luiz, após se mudar para Porto Alegre, se formou em artes cênicas em Porto Alegre na Faculdade de Filosofia da cidade e iniciou carreira artística no rádio, em 1952. Era considerado um ator versátil, especializando-se em interpretar personagens simples e de forte apelo regional. No teatro, trabalhou também em 24 peças.

Carreira de sucesso
No cinema, ele participou de 32 filmes. Destacou-se em comédias como "Vai Trabalhar Vagabundo"; "O Crime do Zé Bigorna"; "Guerra Conjugal"; "Ladrões de Cinema" e "Se Segura, Malandro". Ele era um profissional recorrente em novelas, onde fez dezessete produções na Rede Tupi, Excelsior e Globo, onde ficou a maior parte de sua vida.

Lutero como Fandango, na primeira adaptação de "O Tempo e o Vento", em 1985

Outro personagem que foi lembrado é o dentista Lulu Gouveia, de "O Bem Amado"; na foto, com Lima Duarte, que interpretou o matador de aluguel Zeca Diabo
Ele, que também assinava Luthero com TH, foi inesquecível com seus personagens, como Lulu Gouveia de "O Bem Amado", o Gigante de "O Espigão"; Miguel Pereira de "Escalada"; Marciano em "Pecado Capital"; Fandango, em "O Tempo e o Vento"; Dr. Cazuza em "Roque Santeiro"; Bezerra, no seriado "Plantão de Polícia" e Bodão de "O Salvador da Pátria", escudeiro de Sassá Mutema (Lima Duarte). Luthero Luiz também participou do seriado "O Bem Amado" exibido em 1982 pela TV Globo. Também fazia participações no humorístico "Os Trapalhões" junto com nomes que faziam parte do elenco de apoio do programa, como Átilla Iório (ex-sogro de Dedé Santana), Carlos Kurt e Maurício do Valle, nos anos 80.

Fim da vida
Sua carreira foi interrompida quando estava em sua última novela, a novela das 18h "O Sexo dos Anjos", em 1990, onde vivia o jardineiro Bastião. Durante exames, ele descobriu estar com um tumor no fígado e buscou se tratar, mas o câncer tinha se espalhado (metástase). Ele não terminou a novela, sendo que a autora Ivani Ribeiro antecipou seu final, que seria ficar rico ao ganhar na loteria. Lutero morreu em 20 de fevereiro de 1990, no Rio de Janeiro.


Segundo registros, ele deixou três filhas, duas do primeiro casamento em Porto Alegre e uma do segundo no Rio de Janeiro. Ele também fazia dublagens em filmes. Tentamos localizar familiares, sem sucesso. Não se sabe se ele chegou a receber alguma homenagem em vida. Leitores dizem que ele teria participado de um pontapé inicial em jogo da antiga SER São Gabriel, na década de 70, no Estádio Municipal. Talvez tenha sido o primeiro ator gabrielense que se destacou na televisão, especialmente na Globo e que não pode ser esquecido.

Fontes: Wikipédia e sites Artistas Gaúchos e Morte na História

Reportagem: Marcelo Ribeiro 
Data: 06/05/2020 12h21
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