28 outubro 2019

Servidores públicos estaduais se unem para repudiar "pacote das maldades" do Governo Leite

Servidores da segurança pública e educação se unem para impedir a aprovação de "pacote das maldades" do Governo Estadual que podem retirar direitos do funcionalismo 
Nesta segunda-feira (28), representantes de entidades sindicais do funcionalismo público estadual se reuniram para definir ações conjuntas para lutar pela manutenção de direitos das categorias que o "pacote de maldades" do Governo do Estado pode retirar para fazer o ajuste fiscal pretendido. A reunião, que teve almoço, foi organizada pelas representações do Sindicato dos Agentes da Polícia Civil do RS (UGEIRM Sindicato), CPERS, ACAS-BM e ainda com apoio de agentes da SUSEPE, Bombeiros e servidores do Judiciário, que está em greve há dias, no Salão da APOCISG, na Delegacia de Polícia local.



Manifesto da Polícia Civil de São Gabriel tem apoio de demais entidades de outros órgãos, foi assinado no encontro

Reunião alinhou pensamentos para pressionar deputados estaduais a não aprovar pacote de medidas do Governo Leite
Um manifesto foi assinado por todos os representantes presentes. Nele, os policiais civis da Delegacia local, junto com as demais categorias, demonstram preocupação com a alteração de 117 regras e leis que regem o funcionalismo estadual e que estão sendo desprestigiados e tratados com descaso pelo Governo Estadual. Por meio da manifestação, os servidores da segurança pública, Justiça e educação pedem o apoio da comunidade para que os deputados venham a rejeitar o pacote proposto pelo Governador Eduardo Leite.

A reunião também teve um alinhamento de ações para que os servidores estejam presentes no dia em que o Governo Gaúcho entregar o pacote e a Assembleia Legislativa votar este mesmo. O CPERS por exemplo, entrará em greve 72 horas após este projeto ser entregue para o Parlamento gaúcho e dispôs transporte para os interessados quando as mobilizações ocorrerem. O Governo pretende fazer alterações nas chamadas vantagens temporais, em gratificações, no plano de carreira do magistério e na previdência (nos itens idade, alíquotas e tempo de serviço), o que é visto com temor pelas categorias da segurança pública e educação. 

Reportagem: Marcelo Ribeiro 
Data: 28/10/2019 18h03
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