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Há dez anos, São Gabriel vivenciava o medo da Gripe A

Por vários dias, gabrielenses conviveram com o medo da gripe A, tendo que usar máscaras nas ruas, em junho de 2009 (foto Fernando Gomes/Zero Hora)
No último sábado, 22 de junho, se completaram dez anos que São Gabriel vivenciou um pesadelo que até então estava bem longe de nós. Um surto da chamada Gripe Suína na época, hoje chamada de Gripe A, causada pelo vírus H1N1, causou aflição e pânico, e para evitar seu alastramento, a Prefeitura na época emitiu um decreto proibindo aglomerações e eventos, e suspendendo aulas por cerca de 12 dias.



Coletiva na noite de 23 de junho de 2009, onde o Prefeito Rossano Gonçalves explicava sobre os motivos de decretar situação de emergência no município, respaldado pelo Secretário da Saúde Paulo Forgiarini e a Diretora de Programas da época, médica Kátia Raposo Pereira (fotos arquivo C7)

Situação de São Gabriel motivou vinda do então Secretário Estadual da Saúde, Osmar Terra e comitiva ao município
Na época, com 18 casos confirmados sendo um deles grave de uma jovem que ficou em coma devido à gripe A - não existia vacina na época - após retornar de uma excursão à Argentina onde estavam estes casos, a Prefeitura suspendeu as aulas em todas as escolas da cidade e vetou a realização de "festivais, boates, shows, bailes, cultos e manifestações religiosas, assim como quaisquer outros eventos que importem na aglomeração de pessoas em locais fechados", dizia o decreto. Na época, a correria por máscaras foi grande na cidade - todo mundo passou a usar máscaras nas ruas e à noite, ficavam praticamente vazias.

Em entrevista ao site Caderno7 na manhã desta quarta-feira, o Prefeito Rossano Gonçalves lembra das medidas tomadas na época e seu legado para a saúde. "Lembro como se fosse hoje, como impactou, foi um caso que nos fez agir dentro dos protocolos do Ministério da Saúde, mas fomos além de como proceder. Agiu-se firmemente, as pessoas não entenderam o porque da severidade na época, mas desta forma, conseguimos conter a disseminação dos casos, com êxito", frisando que na época, a Prefeitura e a Secretaria da Saúde estavam instruídas. A medida gerou críticas na época, mas depois foi reconhecida pelos órgãos de saúde do Estado e País. O Prefeito ainda lembra que municípios que não adotaram medidas similares, acabaram tendo surtos mais graves e com óbitos.


"O legado que ficou foi a necessidade de prevenção, as vacinas e também a importância de que a comunidade possa se vacinar sempre para prevenir a gripe, esperamos que não se repita; mas se vier a acontecer, já estamos preparados", finaliza Rossano. O caso mais grave da gripe A foi de uma jovem que na época tinha 14 anos e ficou internada por longo tempo em Santa Maria, mas conseguiu se recuperar e hoje leva uma vida normal. 

Reportagem: Marcelo Ribeiro 
Data: 26/06/2019 09h28 
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