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Os desafios de Luiz Carlos Dotto na Santa Casa

Dotto destaca que levantamento da situação ainda está sendo feito, mas a busca é manter tudo em dia para o bom funcionamento do hospital e concluir projetos atuais
Há cerca de 23 dias, o Provedor da Santa Casa de Caridade, Luiz Carlos Venturini Dotto, vem tocando mais uma gestão à frente da instituição de saúde. O maior desafio do Provedor é manter o hospital livre da crise que aflige outras instituições do setor, com os salários em dia, mas na busca de obter também que os Governos mantenham os repasses em dia. Dentro disso também, Dotto salientou que manterá sua marca que é a franqueza e de não esconder nada de ninguém, nem do corpo de funcionários e muito menos da comunidade. A reportagem do Caderno7 conversou com o Provedor sobre estas primeiras semanas de gestão.


Dotto salientou que continua reafirmando o que disse em sua posse, na noite de 30 de janeiro. "Ainda estamos fazendo o levantamento da situação encontrada, mas estamos colocando em dia o que está atrasado, tudo para o hospital seguir em funcionamento e não parar", salientou, se referindo aos fornecedores, mas priorizando também o pagamento do funcionalismo do hospital. "O que estava anteriormente atrasado, que era o Governo do Estado e a Prefeitura, está tudo em dia. Os atrasados foram pagos. No caso do Estado, janeiro ainda não foi pago, mas as pendências anteriores foram pagas", afirmou. Ele ainda disse a única coisa que foi diminuído o ritmo foram as obras de adequação, para fazer um reequilíbrio e reestudo de orçamento, para diminuir valores, como é o caso das obras da oncologia.

"Estamos elaborando um orçamento que vamos trabalhar, para que não haja distorções de receita e despesa. Como reafirmamos o que foi dito na posse, vamos enfrentar uma dívida em torno de 12 milhões ou um pouco mais, mas vamos lutar para que a Santa Casa não entre no rol dos hospitais que tem salários e fornecedores atrasados", explicando que os salários de funcionários e médicos estão rigorosamente em dia.

Dentro disso, Dotto afirmou que a maior necessidade atual do hospital é dinheiro. "É inegável que esta é nossa maior necessidade hoje em dia. O contrato com o Estado continua o mesmo valor, não recebe um reajuste há seis anos. Mas tudo subiu, salários, preços dos medicamentos, manutenção técnica, tudo, por isso 'jogamos' para manter tudo em dia, em ordem, precisamos que o Estado possa reajustar esses valores", disse. Sobre os projetos, a prioridade é concluir as adequações para poder receber a oncologia. "Está sendo feita uma readequação financeira, mas as obras não estão parados. Vamos buscar vários caminhos, alternativas, mas não vamos deixar este projeto de lado para nossa comunidade. Há um compromisso com a Prefeitura, vamos seguir trabalhando neste projeto", afirma.

Sobre a relação com a Prefeitura, o Provedor disse que está indo muito bem, mas que buscará melhorar várias questões. "A relação está melhor, a Prefeitura paga os repasses em dia, inclusive os atrasados da outra gestão já foram quitados. O que estamos negociando é um percentual do reajuste destes repasses. Mas agora, não temos mais problemas". Dotto foi questionado sobre o Pronto-Atendimento 24 Horas e ele disse que o atendimento está normal, mas a demanda é muito extensa. "Ainda não conversamos com o Secretário da Saúde (Ricardo Coirolo), mas vamos buscar uma saída para melhorar esta questão", afirmou.

A principal meta, segundo ele, é acertar as pendências que a Santa Casa tem, principalmente na questão financeira. "Nós dominamos a situação financeira nas nossas gestões anteriores. Hoje, o panorama é diferente, mas acreditamos que em oito meses, até um ano, consigamos estabelecer a normalidade total dos pagamentos", e destaca que a prioridade é manter o bom atendimento para a comunidade. "A prioridade do hospital, é pra salvar vidas, cuidar de doentes, de pessoas fragilizadas. Não abro mão do pagamento dos funcionários, dos médicos, das pessoas que cuidam da saúde". Ele ainda disse que demais projetos, somente serão realizados depois que os atuais forem concretizados. "A prioridade é trazer e estabelecer a oncologia. Outras questões e projetos não criaremos enquanto estes não forem concretizados. A CTI Neonatal foi inaugurada há 14 anos e o hospital criou uma expectativa que não se cumpriu. Não quero criar expectativas que não se cumpram, vamos concluir o que temos para depois pensar em outras coisas", ponderou.

Finalizando, Luiz Carlos Venturini Dotto disse que sempre estará à disposição da imprensa e da comunidade. "Meu modo de pensar e agir seguirá sempre o mesmo. Sou franco, se tenho que falar algo eu digo e não tenho de esconder nada de ninguém, nem dos médicos, funcionários e muito menos da comunidade", concluiu. 

Reportagem: Marcelo Ribeiro 
Data: 22/02/2018 11h15 
Contato: (55) 996045197 / 991914564 
E-mail: blogcadernosete@gmail.com 
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