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Tarso Teixeira: “Os verdadeiros latifúndios de São Gabriel são os assentamentos do MST”

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, que no final de semana passado instalou novo acampamento na região do Batovi, interior de São Gabriel, depois de dez volta a atacar as forças produtivas e sociedade civil do Município. Em todas as suas manifestações à mídia, o movimento qualifica São Gabriel como o “Coração do Latifúndio”, expressão usada pelo ativista e ex-deputado Frei Sérgio Görgen, recentemente preso em Brasília por agredir um manifestante pró-impeachment.



A expressão, além de preconceituosa, é absolutamente falsa, segundo afirma o presidente do Sindicato Rural de São Gabriel e vice-presidente da Farsul, Tarso Teixeira. “São Gabriel não é, nem nunca foi, coração do latifúndio. Nem estamos entre os municípios com a maior concentração de grandes propriedades”, afirma o líder ruralista, baseado em dados do Incra e em um diagnóstico do Programa “Juntos para Competir”, elaborado pelo Sebrae e Senar. “Essa forma de descrever São Gabriel é para tentar seduzir os jornalistas da capital e grandes cidades, que já tem uma imagem negativa da Metade Sul, e não conhecem a realidade dos fatos”, assinala Teixeira.

De acordo com dados recentes do Sistema Nacional de Cadastro Rural, vinculado ao Ministério da Agricultura, dos 2.8322 imóveis rurais existentes na área de São Gabriel, mais de 80% é formada por propriedades de até 500 hectares.  “Somente sete propriedades rurais ultrapassam os 5 mil hectares. Todo o restante da nossa massa produtiva é formada por propriedades menores, que investem principalmente na pecuária, soja, arroz e hortifrutigranjeiros. O agronegócio em São Gabriel não gera latifúndios, e como diz nosso lema sindical da Farsul, para nós produtor não tem tamanho”, ressaltou.


Teixeira ainda ressalta que, para todos os efeitos, os verdadeiros latifúndios de São Gabriel são os assentamentos rurais do Incra, defendidos pelo MST. “A definição clássica de latifúndio é ‘grande extensão rural improdutiva’. Se pensarmos nisso, chegaremos à conclusão de que os assentamentos é que exercem esse papel, ocupando mais de 28 mil hectares com uma produção pífia e insignificante, sem arcar com as obrigações legais e ambientais que os outros produtores possuem. Eles sim, são os verdadeiros latifundiários de São Gabriel.  Nós produzimos alimentos,  e eles, no máximo, produzem discursos e confusão”.

Reportagem: Marcelo Ribeiro 
Data: 23/05/2016 09h26
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