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| Professores votaram em maioria pela paralisação e por rejeitar a proposta de 6,43% de reajuste. Categoria quer 13%, como determina a lei nacional do Piso |
Em assembleia do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, realizada agora à noite, os professores municipais de São Gabriel não querem saber da oferta de 6,43% de reajuste salarial e exigirão o reajuste garantido por lei federal de 13,01% no piso salarial do magistério. A decisão aconteceu na assembleia realizada na Câmara de Vereadores, nesta quarta-feira (6), por ampla maioria. Agora, os professores se unirão aos demais servidores na paralisação do dia 14 de maio.
A assembleia teve discussões variadas, mas a tese de que a aceitação do reajuste de pouco mais de 6% poderia colocar em risco a conquista do piso cresceu e foi voz corrente entre os professores, descontentes com a forma que o Governo Roque Montagner (PT) está tratando a questão. Após muitos debates em uma hora e meia, os professores decidiram rejeitar a proposta apresentada pelo Governo e exigir o pagamento dos 13,01% de acordo com a lei nacional do Piso. Muitos professores acusaram tanto o Sindicato quanto a Associação de tomar decisões com o Executivo sem consultar a categoria, ou seja, "assinar sem ler".
Também ficou decidido que os professores irão aderir à paralisação do dia 14 de maio, quando os servidores municipais também protestarão pelo Plano de Carreira e também por reposição salarial e do vale-refeição em caminhada rumo à Prefeitura e acampamento no estacionamento do Centro Administrativo.
A categoria dará um ultimato para o Executivo apresentar uma proposta. Uma nova assembleia está marcada para as 18 horas de 14 de maio, na Câmara, para todos os servidores municipais e professores. Se o Governo Roque não apresentar uma proposta convincente, o risco de greve é grande.
A Prefeitura apresentou além da proposta, de que se a Câmara devolvesse 500 mil reais no duodécimo, seria o suficiente para pagar o reajuste. Ocorre que além da soma ser um índice inferior ao reajuste, este é concedido de acordo com a Lei Nacional do Piso e este aceite poderia colocar em risco a Lei Municipal.
A Prefeitura apresentou além da proposta, de que se a Câmara devolvesse 500 mil reais no duodécimo, seria o suficiente para pagar o reajuste. Ocorre que além da soma ser um índice inferior ao reajuste, este é concedido de acordo com a Lei Nacional do Piso e este aceite poderia colocar em risco a Lei Municipal.













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