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10 março 2014

Maninho denuncia proibição de consumo de merenda como "punição" por deixar sobras

Maninho afirmou que escolas estariam impedindo crianças que deixam sobras, de merendar no dia seguinte (foto arquivo C7)
O vereador Vagner Aloy (Maninho, PDT), relatou uma questão polêmica nesta segunda-feira (10), durante a Sessão Plenária da Câmara de Vereadores. Ao falar que a qualidade da merenda teria piorado, Maninho afirmou que as escolas estariam sendo orientadas a proibir as crianças a consumir a merenda se elas deixarem sobras no dia anterior, o que gerou discussões.


O parlamentar relatou que atualmente, estaria sendo servida merenda em qualidade "péssima", como por exemplo, apenas um sanduíche com uma camada de manteiga e suco - o que é relatado nos últimos anos. "O mais grave disso, é que mães vem se queixando que agora os filhos que consomem a merenda e não gostam dela, deixando sobras, tem seu nome anotado em uma planilha e são proibidas de consumir a merenda no dia seguinte, o que é absurdo", afirmando que falou aos pais para virem à Câmara de Vereadores para relatar a situação e que todas as escolas receberam esta ordem.

A situação gerou várias manifestações. O vereador Sildo Cabreira (PDT) disse que é grave esta situação. Por sua vez, Karen Lannes (Solidariedade), falou que é mais um "absurdo que ocorre neste município". "Já não basta a comunidade não ter saúde decente, ruas esburacadas onde se estragam carros, e agora, fazer isso com as crianças. Então tem é que se tomar uma atitude e pedir para que o Prefeito saia do cargo", criticou.

O vereador André Lemes (PT), líder do Governo, falou que vai averiguar a situação junto à Secretaria de Educação, para tomar providências. Por sua vez, o vereador Cilon Lisoski (PR) exigiu também explicações. "Sou contra a terceirização da merenda, defendo que as escolas possam produzir sua própria alimentação, ter sua cozinha e horta. Não acredito, mas se isso for verdade, é caso de polícia", finalizou. A questão renderá polêmica, sem dúvida.

* O espaço está aberto para que a Secretaria de Educação se manifeste à respeito do caso.

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