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17 julho 2013

Opinião do leitor: Entre índios e bravatas

Tarso Francisco Pires Teixeira
Presidente do Sindicato Rural de São Gabriel
Vice Presidente da Farsul

A imprensa gaúcha trouxe nesta semana a notícia de pronunciamento do governador do Estado em visita à região de Mato Preto, área em que uma demarcação de terras para futura reserva indígena tem sido motivo de conflitos entre os silvícolas e os produtores rurais. Em sua fala aos produtores, o governador foi enfático: “no meu governo ninguém tirará terra de ninguém”, e ainda enfatizou: “se tivermos uma decisão da Justiça para tirar terras de vocês, irei para a cadeia e não cumprirei a determinação”. A fala, vinda de quem veio, nas circunstâncias em que foi proferida, merece algumas reflexões.


O conflito está num forte nível de tensão, e num embate recente em Sananduva, quatro pessoas ficaram feridas. Como político hábil, o governador tem preocupação especial com gaúchos ameaçados de perder suas terras. Entretanto, a história sempre nos socorre, e nos mostra que, como ministro da Justiça, o nosso hoje governador foi responsável por dar impulso inédito às demarcações de terras indígenas, insuflando conflitos com produtores rurais em todo o país. Um dos casos que se tornou emblemático foi a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, onde a expulsão de produtores de arroz foi praticada de forma truculenta. A demarcação foi parar no Supremo Tribunal Federal, que acabou decidindo por dar parcela considerável do território e do PIB do Estado de Roraima aos indígenas. Mais de quatro anos depois, o cenário no local é de absoluto abandono, e o que foi uma das regiões mais prósperas do Norte do Brasil está cercado de miséria e tensão social.

O procedimento do então Ministro virou escola, e hoje as tensões se multiplicam Brasil afora, especialmente no Brasil Central. Agora, como governador, Tarso Genro fala em resistir. Bem, esta não seria a primeira vez que o Tarso Governador age diferente do Tarso Ministro. Quando ocupou a pasta da Educação, assinou a lei que promulgou o Piso Nacional do Magistério, elevando a dignidade salarial dos professores e o gasto público das combalidas prefeituras e governos estaduais. Candidato, garantiu que cumpriria a lei, “porque ela leva minha assinatura”. E o governo está encerrando sem cumprir o que ele próprio assinou. Se esta for uma tendência de seu comportamento político, talvez realmente os agricultores do Norte do Estado possam mesmo dormir tranqüilos. Ou será que não?

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