A polêmica da vez é o Restaurante Popular. Nesta quarta-feira (2), a empresa "Tá na mesa" anunciou a suspensão das atividades, após 94 dias de inadimplência, de acordo com o sócio-proprietário, Carlos Wolski (Considerado). A questão foi abordada nesta manhã no Programa "Bom Dia Cidade", da Rádio São Gabriel. Pelas informações que temos, o contrato não venceu ainda - está marcado para o dia 19 de janeiro seu término. A questão já causa debates na comunidade gabrielense.
Wolski informou que alertou a gestão anterior de que suspenderia o fornecimento das refeições, alegando que os valores estavam defasados, e que não havia pagamento desde o dia 1º de outubro. "Nós alertamos desde o começo, que o restaurante iria fechar, e que não fomos recebidos pela administração anterior. É um direito nosso receber pela prestação do serviço", frisando que o contrato previa suportar 90 dias de atraso no pagamento, para poder tomar providências, inclusive rescindir o contrato, o que não foi feito para não acarretar prejuízos à comunidade.
"Não tínhamos nem mais equipe para fazermos os cadastros, e tínhamos só 500 pessoas cadastradas, a necessidade de São Gabriel é muito maior do que este número", salientando que a ex-Secretária de Assistência Social, Loiva Souto Corrêa, foi prestativa em todos os momentos.
"Nós garantimos o fornecimento até onde foi possível, agora é preciso que se resolva esta questão. A culpa da inadimplência não é do atual prefeito, mas da gestão anterior", afirmou. Ele informou que levou o problema até o atual Prefeito, Roque Montagner, que se comprometeu a sanar o problema, o que foi complementado pelo Secretário de Assistência Social, Cléber Giovane, que deverá abrir um recadastramento para novos beneficiados. "Deveremos ter a resolução deste problema ainda hoje, para não deixarmos a comunidade sem este alimento, atendendo a um pedido do Prefeito Roque", finalizou.
Tuca: "Estranho é a Prefeitura não ter feito cumprir o contrato"
A reportagem conversou com o ex-Secretário-Geral de Governo, Artur Goularte (Tuca), que tem se manifestado por meio das redes sociais sobre a questão. Ele informou que a empresa forneceu até o dia 31 de dezembro e que realmente eles vinham pedindo aumento dos valores o que não foi concedido, mas que não tinha embasamento legal.
"Pela declaração dada chego a uma conclusão evidente: isso foi feito combinado com o atual Governo, vai aumentar os preços e o Considerado vai ganhar o que queria, começaram as concessões para os companheiros. Reafirmo, não estou dizendo que a dívida não foi deixada, o que estranho é a Prefeitura não ter feito cumprir o contrato e deixar fechar o restaurante", afirmando que isto tudo que ocorre é combinado.
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