Josias Borges
Colunista do blog
Perspectivas econômicas para 2013
Pois bem, já estamos em 2013. Começou o ano e com ele nossa incrível mania de tentar antecipar os acontecimentos. Em economia não cabem previsões, ainda mais no mundo como o nosso sujeito a tantas variáveis. Apesar das incertezas, temos grandes chances de ouvir muito algumas palavras durante este ano. São elas:
A – Crescimento: o governo ainda não achou o antídoto para o baixo crescimento que estamos enfrentando. A ideia de 2012 foi baixar juros, o que é bom, mas isso não causou o efeito desejado;
B – Inflação: com a queda sistemática dos juros, em vez de crescimento conseguimos aumentar a inflação. Caso sigamos consumindo sem crescer e com a taxa Selic em baixa, poderemos presenciar a continuidade da escalada inflacionária;
C – Poupança: com a poupança rendendo cada vez menos, os poupadores serão motivados a buscar novas alternativas para fazer o dinheiro render mais. Títulos atrelados a inflação podem ser a grande alternativa;
D – Economia doméstica/Finanças Pessoais: deve ter sequência neste ano a grande procura por cursos e informações relacionadas a área de finanças. O Brasileiro após receber farto acesso ao crédito começou a buscar formas mais eficientes de gerenciar suas próprias finanças. O movimento ainda é iniciante no Brasil. Deverá crescer muito.
E – Investimento: aqui se refere à forma mais ampla da palavra, não só ao mercado financeiro. Caso as taxas de juros se mantenham em queda ficará cada vez mais atrativo o investimento também em negócios próprios, pois o chamado custo de oportunidade será menor.
F - Fundos Imobiliários: deve seguir a forte procura por este produto. Em 2012 foram a menina dos olhos dos investidores. Através destes fundos grandes empreendimentos no setor imobiliário são feitos, com retorno atraente.
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