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07 novembro 2011

Prefeito responde sobre questionamentos da Santa Casa: "Se não melhorarem, vamos intervir, sim"


Em uma rodada de entrevistas às emissoras de rádio nesta segunda-feira, 7, o Prefeito Rossano Gonçalves falou sobre o tema de uma eventual intervenção na Irmandade Santa Casa de Caridade, conforme nota oficial expedida pelo Executivo na semana passada. Segundo Rossano, de fato a prefeitura está estudando os aspectos jurídicos e técnicos do assunto, com a intenção de melhorar o atendimento à comunidade gabrielense. “A Santa Casa recebe R$ 2,3 milhões por ano da prefeitura, e não vemos uma boa contrapartida na prestação de serviços à comunidade”, salientou.


Nas entrevistas, o prefeito ressaltou que a má avaliação popular do serviço prestado no Pronto Atendimento 24 Horas é apenas um dos aspectos que determinaram a realização de tais estudos. “Apesar de todo o marketing em torno da pessoa do provedor, a gestão do hospital é temerária, com dívidas que podem inviabilizar seu funcionamento no futuro”, afirmou.

De acordo com dados que estão disponíveis no site do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, o prefeito destacou que a Santa Casa possui dívidas altíssimas com empresas como a AES Sul, Corsan e outros fornecedores de insumos hospitalares, mas que consegue continuar recebendo serviços e produtos destas empresas através de liminares concedidas pela Justiça. “Há, por exemplo, quatro processos de execução da White Martins, empresa que fornece oxigênio. Trata-se de uma gestão escorada em liminares. O dia que qualquer uma delas for revogada, as dívidas terão que ser pagas, e o hospital pode fechar as portas”, observou, dizendo que não pretende que isso ocorra.

O prefeito também rechaçou as declarações do provedor, que em entrevista a jornais da cidade desqualificou os serviços prestados pelo Município nos postos de saúde. “Os médicos que atuam nos postos de saúde são rigorosamente os mesmos que atuam na Santa Casa. Ao fazer esta afirmação, o provedor ofende seu próprio corpo clínico e demonstra sua forma de atuação”, assinalou, rejeitando também as insinuações de que a medida teria caráter político. 

“Se a questão fosse puramente política, pelo fato de o provedor pertencer a outra sigla partidária, bastava simplesmente cancelar o convênio, e em nenhum momento cogitamos disso. Na verdade, se houver uma sensível melhora na gestão, podemos continuar avançando nas parcerias. O que não pode é receber recursos públicos de tamanha expressão para prestar um serviço aquém da necessidade das pessoas”, assinalou. 

"Se a Santa Casa não for transparente, se não for clara a situação financeira, se não melhorar o atendimento à comunidade, nós vamos intervir, sim, por que à Santa Casa é importante para a comunidade. Eu coloco aqui mais uma vez: a Prefeitura coloca milhões por que a instituição é essencial, e vamos afastar qualquer conotação política disso. É um alerta que estamos fazendo á comunidade, não deixamos de reconhecer que houve muitos avanços, mas que estão aquém na Santa Casa", finalizou Rossano na RBC FM, à tarde.


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