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16 novembro 2011

Cpers x Governo Estadual: Greve é iminente. Núcleo local vota pela paralisação total nesta sexta-feira

Joaquina, presidente do Núcleo do Cpers: "Não queremos mais esperar, é o piso ou a greve"
Às vésperas do final do ano letivo na Rede Estadual de Ensino, uma ameaça pode se concretizar na próxima sexta-feira (18), em face da queda de braço entre o Cpers-Sindicato e o Governo Estadual. Decididos a paralisar as aulas, os professores estaduais vão pressionar o Governo em busca do pagamento do Piso Salarial Nacional. A partir das 13h30, a Assembleia Geral no Gigantinho vai decidir se os professores irão entrar em greve. Em São Gabriel, onde está sediado o 41º Núcleo, a posição é pela greve, garante a presidente, professora Joaquina Gládis de Freitas.


"Não queremos mais esperar, cansamos. Ou o Governo Tarso paga o Piso e investe 10% do PIB na melhoria da educação, ou vai arcar com as consequências, não há mais o que argumentar. A greve é praticamente certa", frisou Joaquina. Ela reitera que o Núcleo vai decidido pela greve, visto que foi decidido em Assembleia regional. Ela viajaria na noite de quarta para Porto Alegre, onde reuniões preliminares com a Direção Central do Cpers já trariam as primeiras definições, que indicam a greve.

"É uma falta de respeito, o Governador quando candidato prometeu em campanha que pagaria o Piso, além de outros 17 itens que disseram que cumpriram, mas não é verdade. Agora queremos que cumpra, ou paramos tudo", enfatiza. Um ônibus partirá daqui na sexta-feira, rumo à Porto Alegre, com os sócios do Núcleo que já irão com posição definida pela greve.

Joaquina salienta que é o momento da categoria se unir e mobilizar para conseguir os direitos reservados ao Magistério. "Sabemos que a greve não é simpática para ninguém, mas todos são Cpers, agora é hora de se mobilizar e exigir que os governos nos respeitem, o sacrifício é necessário para que consigamos atingir nossos objetivos", finaliza. 

A paralisação nesta altura, também traria uma consequência, que seria o adiamento do final do ano letivo, o que já deixaria muitos alunos e pais aflitos. É mais um capítulo da queda-de-braço entre o Magistério e o Governo Estadual, que ocorre há décadas.

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