Juliano Assis Brasil
Colunista do blog
Faltando quatro rodadas para o final do Campeonato Brasileiro, o Grêmio aparece forte na briga pela quarta vaga à Libertadores do próximo ano. Além da disputa com Botafogo e Atlético-PR, seca os brasileiros que ainda restam na Copa Sul-Americana, visto que se um deles vencer a competição, tira uma das vagas do Brasileirão, classificando-se assim somente os três primeiros.
Apesar disso, o grande desafio tricolor nesse final de ano é vencer as questões internas, os famosos problemas extra-campo. Recém eleita para comandar o clube a partir do próximo ano, a turma de Paulo Odone já entrou em rota de colisão com Renato Portaluppi. Primeiro, após o jogo contra o Goiás, o treinador mandou um recado endereçado ao novo presidente: "Nada vai atrapalhar a caminhada do Grêmio. Quem está falando muito vai calar a boca porque temos um objetivo". Odone retrucou, dizendo que não recebe nem ordem, nem apelo de funcionário. Agora, após a boa vitória contra o Ceará, Renato foi indagado sobre a reunião da nova diretoria com seu procurador, para fins de renovação de contrato. Sorriu brevemente, e falou: "- As vezes um sorriso responde". Após fechar o semblante, concluiu: "- E as vezes não. As vezes, não".
Fala-se pelos cantos do Rio Grande que Renato pede R$400 mil mensais para renovar, salário muito superior ao seu atual, que especulações dizem girar em torno de R$270 mil mensais. E é bom o Grêmio acelerar o processo, pois o Botafogo trata Renato como primeira opção em uma possível saída de Joel Santana. Além do mais, é sabida por todos a paixão do ídolo tricolor pelo Rio de Janeiro.












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