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Telemoto é retirada da Avenida Júlio de Castilhos

Aparato policial foi usado na operação de remoção de container na Avenida Júlio de Castilhos. Prefeitura justifica que todas as negociações foram feitas para remoção pacífica e que é apenas o cumprimento do Código de Posturas (foto Rafael Otto)
No final da tarde de terça-feira (24), uma operação foi montada para a retirada de uma telemoto que existia na Avenida Júlio de Castilhos, pela Prefeitura e a Brigada Militar. A ação dividiu opiniões, mas foi de acordo com o cumpimento do Código de Posturas porque segundo a Prefeitura, a empresa estava irregular no local. A Prefeitura informou que várias tentativas foram feitas para intermediar a situação e buscar uma saída pacífica, porém sem resultado.


Os pertences foram retirados do local. Pelas redes sociais, a direção da empresa alega que teria faltado diálogo e que teria havido "perseguição", inclusive os proprietários teriam apoiado a atual gestão nas eleições. "A gente está sendo tratado como 'bicho', é lamentável. Estão usando poder político para nos tirar, para obrigar a sair. É lamentável, fico triste com a Prefeitura e este secretário", frisou o proprietário Júlio Martins. Ele alega que não recebeu nenhuma ordem judicial para ser retirado e que recorrerá à Justiça. 

O que diz a Prefeitura?
Por meio da Secretaria de Serviços Urbanos, a Prefeitura informou que todos os esforços foram feitos para que a empresa saísse dali porque estava irregular. O Secretário Paulo Sérgio Barros informou que o Código de Posturas proíbe a ocupação de espaços públicos e que apenas foi o cumprimento da lei. "Fizemos a primeira notificação no dia 23 de agosto, tentamos negociar de todas as formas uma saída pacífica porque as Leis Municipais não permitem a instalação como estava ali. O Secretário Tita (Valdemir de Andrade Jobim, Secretário de Administração) entrou em contato com eles e tentaram negociar, mas foram muito agressivos", afirmou.

Paulo Sérgio afirmou que a empresa era a única de mototáxi que não seguia às normas de concessão e não ofereceria condições de trabalho. "As outras empresas tem sede própria, dão condições para seus funcionários, ali não havia condições de trabalho adequadas para os mototaxistas, estavam na ilegalidade e a Prefeitura tem poder de polícia para cumprir a lei", finalizou.

Reportagem: Marcelo Ribeiro 
Data: 25/10/2017 10h07
Contato: (55) 3232-3766 / 996045197 
E-mail: blogcadernosete@gmail.com 
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