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Trabalhadores rurais protestam contra a reforma da Previdência

São Gabriel também teve atos, realizados em frente à sede da Previdência, na Praça Camilo Mércio
A Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS) realiza nesta sexta-feira (16) uma série de protestos em todo o Estado, para mostrar sua insatisfação contra a reforma da Previdência Social (PEC 287/2016, que vem sendo chamada de 'PEC da Morte' por conta que a principal polêmica é a aposentadoria somente aos 65 anos), em mais de 50 municípios do RS. São Gabriel também participou das manifestações, por meio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, na manhã de hoje.



Para FETAG, reformas na Previdência Social podem prejudicar trabalhadores rurais

Zeferino disse que reformas podem por em risco conquistas dos trabalhadores rurais
A mobilização aconteceu em frente à unidade da Previdência Social, em frente à Praça Camilo Mércio, de forma ordeira e pacífica. As manifestações visaram chamar a atenção para os prejuízos que os trabalhadores possam ter com a aprovação da "PEC da Morte", como por exemplo, vir a não conseguir se aposentar antes de morrer. "Essa mudança pode afetar e muito a vida dos trabalhadores rurais, que podem perder direitos conquistados após anos de luta árdua", afirmou o presidente do STR local, Zeferino Barbosa.

Participaram da mobilização pequenos produtores, trabalhadores rurais, associados do Sindicato e lideranças da comunidade. Os protestos foram realizados de forma pacífica e ordeira em mais de 50 cidades do Estado. As mudanças questionadas pela FETAG são as seguintes:
As mudanças previstas incluem:
A) Para os trabalhadores rurais a idade será de 65 anos para homem e para a mulher, com regra de transição. Para aqueles que tiverem exercendo a atividade rural na data da PEC com idade superior a 50 anos (homem) e 45 anos (mulher), terá uma regra de transição com período adicional de “pedágio” - equivalente a 50% do tempo que, na data da promulgação da emenda faltaria para atingir o tempo de atividade rural exigido;
B) Não será possível acumular aposentadorias com pensão por morte, devendo optar por um dos dois;
C) Haverá contribuição para os trabalhadores rurais de forma individual por uma alíquota “favorecida” incidente sobre o limite mínimo do salário de contribuição para o regime geral de Previdência Social a ser definido por lei;
D) Pensão por morte será equivalente à cota familiar (50%) acrescida de cotas individuais (10%) por dependente até o limite de 100%. Tempo de contribuição de 25 anos; e
E) Para o benefício assistencial, a idade passa de 65 anos para 70 anos com regras de renda per capita conforme a lei. 

Reportagem: Marcelo Ribeiro 
Data: 16/12/2016 14h25 
Contato: (55) 3232-3766 / 96045197 
E-mail: blogcadernosete@gmail.com 
jornalismo@caderno7.com
Comentário(s)
3 Comentário(s)

3 comentários:

Paola Alves disse...

Parabéns ao Caderno 7 pelo profissionalismo e pela excelente cobertura e divulgação do ato feito hoje!Meus Parabéns!!

Paola Alves disse...

Parabéns ao Caderno 7 pelo profissionalismo e o comprometimento com a sociedade e a situação atual do país, parabenizo também a excelente cobertura do ato ocorrido hoje.Simplesmente profissionais!

Paola Alves disse...

Parabéns ao Caderno 7 pelo profissionalismo e pela excelente cobertura e divulgação do ato feito hoje!Meus Parabéns!!