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Jéssica Pacheco: o "Diário de Crônicas" cresceu e virará livro

A jornalista Jéssica Pacheco e sua criação, o Diário de Crônicas, que tem página no Facebook e deverá virar livro em breve (foto divulgação)
No final de semana, procuraremos trazer entrevistas variadas com personalidades de São Gabriel e região. E para abrir o espaço, trazemos uma conhecida nossa. A jornalista bageense Jéssica Pacheco, formada em 2014 pela Universidade da Região da Campanha (Urcamp) e atualmente está na Assessoria de Comunicação da instituição, também coloca seu dom de escrever em prática com a página "Diário de Crônicas", onde aborda situações da vida pessoal e profissional. Ela, que já escreveu no Caderno7, é a nossa entrevistada deste sábado.



Jéssica fala da nova fase de seu projeto, que foi redesenhado e deverá virar livro em breve. A página pode ser acessada pelo facebook.com/diariodecronicasjp. Confira esta conversa que tivemos com ela dias atrás e que agora vai ao ar, em forma de entrevista, onde agradecemos à jornalista pela cordialidade e receptividade em nos atender:

Como é que surgiu a ideia do Diário de Crônicas? Esperava que ele se tornasse um grande sucesso?
O Diário nasceu como um blog, na verdade, em 2009. O nome, na época, era Jéssica e apenas isso. Porém eu vi que muito mais do que escrever poesias e contar sobre as coisas que eu via e sentia, aquela página era um diário aberto, onde as pessoas poderiam encontrar algo que existe dentro delas, porém, não saberiam como dizer... nasce então o Diário de Crônicas. Com o avanço do Facebook, acabei criando a página na rede social e hoje em dia alimento os dois. Sobre o sucesso, acredito que a gente sempre espera que vá fazer sucesso, mas quando ele começa a chegar, se dá conta que ter esperança é uma coisa, realizar é outra, e bem melhor... Estou em busca desse sucesso ainda!

Qual a inspiração para as crônicas?
Principalmente a minha vida particular. Eu sou muito de sentir e só consigo me aligar, seja de tristeza ou de alegria, se eu estiver colocando no papel. Geralmente são cartas que eu escrevo destinadas para alguém e que no fim são publicadas, justamente por não ter particularidades. É um modo de ver a vida e os sentimentos. Uso de tantas metáforas que às vezes me perco no que é real de verdade. Mas também vem da forma como eu vejo o mundo, seja ele na pobreza ou em dores que a gente tenta curar e não acha solução. Costumo dizer que eu procuro dar finais líricos para histórias que não possuem finais felizes na realidade.

Recentemente, a página recebeu um novo visual, uma renovação e curtidas que superam as mil... Está nos planos lançar um livro, aproveitando o êxito do Diário?
Sim... a mudança de layout era uma ideia antiga, porém, como presente do meu amigo Giovani Tier, tiramos do papel e todo visual foi modernizado. O livro é um sonho antigo, que vem sendo traçado cada vez que uma publicação é feita. Já vi vários tramites e acredito que logo ele estará nas bancas.

Teu exemplo tem inspirado outras pessoas a fazerem o mesmo, seja escrevendo crônicas ou estando no jornalismo (incluindo nós)?
Olha, não sei se sirvo de inspiração, mas vejo muita gente vindo me dizer que o que eu escrevo faz com que as pessoas se encontrem, e por vezes até se achem naquilo que estão perdidas. Quanto aos nossos colegas e futuros colegas, acredito que eu posso ser uma porta para que eles vejam que é só uma questão de ir atrás dos sonhos.

Considerações finais...

O Diário de Crônicas é um sonho que nunca vai ser totalmente realidade, porque ele vive se reinventando e quanto mais o tempo passa, maior é a vontade de ver um mundo cronicado. E como diz na frase que será parte da capa do livro "e se acabarem as linhas, que eu mude a página. E se acabar o caderno, que eu siga escrevendo no céu".

Reportagem: Marcelo Ribeiro 
Data: 26/03/2016 15h17 
Contato: (55) 3232-3766 / 96045197 
E-mail: blogcadernosete@gmail.com 
jornalismo@caderno7.com
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