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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Urcamp: professores do Campus central não teriam aceitado o nome de Varley para pró-reitor. Reunião terminou em clima tenso e ameaças

Quando a situação parece "assentar a poeira", novos conflitos agravam a crise no Campus São Gabriel da Universidade da Região da Campanha (Urcamp). Depois de ter sido anunciada uma transição que seria pacífica para a confirmação do nome do novo pró-reitor, acadêmicos da instituição relatam que um clima de animosidade ocorreu no encontro com os professores Eleonel Cunha Moura, que era presidente da Comissão Administrativa e o professor Paulo Bayard Torrescasana, na noite de quarta (11), tornando o clima mais tenso.



Segundo o relatado pelo acadêmico de Direito Tiago Battaglin em comunicado postado no Facebook, ao entregar a ata da reunião dos professores que decidiu pela extinção da Comissão e o pedido de nomeação do professor Varley Perez para o cargo do pró-reitor do Campus local, os professores Eleonel e Bayard não teriam aceito de forma surpreendente o decidido pelos professores.

"Imediatamente, os professores perderam a razão, deram a reunião por encerrada e passaram a proferir ameaças de demissão contra todos, chamando os professores de traidores", acrescentando ainda que os alunos também foram ameaçados. Tiago informa ainda que os professores afirmaram que voltariam com "força policial e ordens judiciais" para cumprir as ordens da Reitoria. Ameaças teriam sido proferidas pelos mesmos professores no encontro ocorrido em 29 de maio.

"A grande razão para o comportamento dos professores de Bagé é explicada pela ganância em assumirem o controle do nosso Campus e desmantelar de uma vez por todas tudo aquilo que foi construido na administração do professor Bevilacqua. À partir do ocorrido, não resta outra alternativa para nós alunos, agora mais do que nunca com o apoio da grande maioria dos professores, nos organizarmos e tomarmos ações enérgicas para evitar que isso ocorra", concluiu Tiago, onde sentencia que os alunos deverão endurecer com a Reitoria. 

A situação da Urcamp, segundo fontes, está refletindo inclusive no vestibular, com pouca procura de cursos, derrubando um trabalho realizado de recuperação da universidade, pelo menos a nível local. E a instabilidade se agrava ainda mais dentro da instituição, mesmo com o socorro anunciado pelo Governo Federal, que aprovou medida que viabilizava troca das dívidas por bolsas de estudo.

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